Com escritório no Brasil, clone do Pinterest quer 1 milhão de usuários

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Conteúdos diferentes em 40 países

Pinspire, ou clone do Pinterest, como foi apresentado pelo mercado, surgiu com o objetivo de atingir em cheio o público brasileiro. Para a diretora da empresa no Brasil, Renata Bergman, a rede não é uma cópia. Ela vê a criação da plataforma como um “modelo de negócio já existente e que está funcionando”.

 

Com layout e funcionamento praticamente idênticos à rede mais falada do momento, o site do grupo investidor alemão Rocket é traduzido para 40 países e aberto para quem não tem cadastro. Roberta diz que essa é uma maneira de tornar a página mais acessível aos curiosos de plantão, sem necessidade de login. Além disso, afirma, contribui para a criação de comunidades locais formadas por pessoas que postam e acessam conteúdo do seu próprio país. O comando geral da operação fica a cargo do CEO Karl Jo Seilern.

O Brasil, na mira do Pinspire, já abriga um escritório da organização, situado em São Paulo, na Vila Hamburguesa. Renata comanda a equipe que é formada por mais nove pessoas engajadas no projeto. Existente desde dezembro de 2011, cinco funcionários tocavam o empreendimento; em janeiro, mais profissionais chegaram à empresa.
Chile, México e Argentina são os próximos alvos da América Latina. O objetivo é que o espaço físico brasileiro integre representantes de cada um deles. Na Europa, a rede social tem sede na Alemanha, com membros de outros países do continente. A Ásia – China, Japão e Coreia – um mercado explorado pelo Pinspire, também conta com um escritório.
Até os Estados Unidos, que não era um dos focos, recebeu bem a rede, de acordo com Renata. Ela afirma que a plano é “atender mercados e bater a meta de um milhão de usuários até o final de 2012”. O número de membros atuais não foi revelado.
A diretora diz que as expectativas são as melhores e faz uma analogia ao crescimento do site no Brasil com o início da entrada do Facebook por aqui. “Não estou comparando em tamanho, mas a curva de crescimento dos dois é bem parecida”, argumenta.
Como o Pinspire é uma rede nova, a preocupação atual é atrair acesso e buscar integrantes, explica Renata. “A arrecadação de receita é parecida ao do Facebook, mas esta não é a nossa meta agora.”
A diretora 
Nem publictária, nem marketeira, nem administradora. Renata Bergman é estudante de Engenharia Civil da Poli – USP e tem 24 anos. Mesmo cursando uma graduação que não está relacionada com a área, ela possui aspirações ao negócio da comunicação e mostra paixão pelo que faz. “Desde o início queria entrar no projeto, porque eu amo o Pinspire. Queremos que uma comunidade apaixonada cresça”, declara.
Para acessar
O cadastro para se tornar membro pode ser realizado através da conta no Twitter, Facebook ou pelo endereço de e-mail. Ao entrar na página, o internauta se depara com a saudação: “Bem-vindo ao Pinspire. Descobre, coleciona e partilha as tuas inspirações.”
Por Ana Carolina Lima

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